Crônicas

17-02 2017

Que tal sermos profundos?

por Cris Lavratti

Acabei de receber um e-mail com um texto do Jabor, falando sobre a solidão. Sobre a forma como a vida está se desenhando para muitos de nós. Ele cita uma frase do Renato Russo que diz: “O mal do século é a solidão” e infelizmente terei que concordar com ambos.

As evidências estão em todo o lugar, no grupo de amigas solteiras, até no grupo das casadas, ou como o próprio Jabor relata, nas boates, com mulheres que contratam homens para dançar… para ter companhia e vice-versa.

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10-02 2017

Escola de Vida

por Cris Lavratti

O curso do rio é único, mas no meio do caminho, encontramos muitos desvios, que nos fazem perder a noção do tempo e até mesmo de quem somos. Desvios que estão ali com o propósito de nos mostrar que a vida tem seus altos e baixos e o quanto antes voltarmos para o curso, mais cedo estaremos em conexão com a nossa consciência.

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30-01 2017

Sobre os quereres…

por Cris Lavratti

Tão grande é a força que sublima nossos maiores quereres, que postamo-nos de pés firmes diante de nossas vontades. E arrebatados pelo objetivo, acabamos não percebendo as nuances do depois.

Cair em si? Não. Pois estamos fixos. Arregalados. Braços cansados. Costas largas. Afinal, remamos e remamos num oceano azul e cheio de obstáculos, com tubarões e moreias. Mas também com sereias e golfinhos para acalentar a jornada.

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20-01 2017

Nossa vida. Nossas escolhas.

por Cris Lavratti

Morremos diariamente, mas quando os primeiros raios de sol surgem no horizonte, o sopro da vida nos coloca de pé. E a cada abrir de olhos, a inteireza do mundo se apresenta e com ela, todos as possibilidades.

Nossas escolhas determinam nossos caminhos. Nada mais e nada menos. Não somos forçados, somos a soma de nossas atitudes, de nossas palavras, de nossas ações.

Mesmo que flua, que trave, mesmo que seja em decorrência de passos alheios, que seja sob a espada de nossos medos ou sob o perfume de nossas vitórias ou até sobre o muro das incertezas, culminamos em nossa vontade, não adianta correr.

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08-01 2017

Sobre as Finitudes e os Recomeços.

por Cris Lavratti

Findou o dia
Caiu a noite
Findou a estrada
Destino à vista
Findou o livro
Outro se posta
Findou a luz
Nasceu o fogo
Findou o vento
Amornou a praia
Findou o inverno
Verão na pruma

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04-12 2016

Observar e Absorver

por Cris Lavratti

Em tempos de despertar de consciência, surgiu na minha frente o documentário “Observar e Absorver”, que rola no Youtube, sobre a vida do filósofo de rua: Eduardo Marinho. Um homem que vem de uma família com excelente condição financeira e descobriu no decorrer do caminho que precisava de muito mais. O que vibrava em seu coração era descobrir a verdadeira condição humana daquele que tem a real consciência de si e a partir disso, do mundo a sua volta.

Para tanto, precisou despir-se de tudo que pesa, de tudo que não fazia parte dele como indivíduo e sim do desejo de uma sociedade que exige a permanência do nome, do status, do material. Ele foi em busca do imaterial. A ambição dele era outra, no filme ele diz:

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25-11 2016

O mundo precisa de amor

por Cris Lavratti

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar.”

Eu começo o texto de hoje com essa frase do Nelson Mandela. Uma frase cheia de significado. Uma frase que carrega em cada palavra um grande ensinamento, o ensinamento do verbo amar. Não basta repudiar o preconceito e indeferir palavras e atitudes de ódio que acabam por si só igualando o estopim. Mas sim, ter a noção de que esses conceitos arraigados na pobreza de conhecimento, são o reflexo de uma humanidade doente. Doente por séculos e que precisa urgentemente acordar deste estado de falência. Senão, o amanhã, cada vez mas, ficará comprometido.

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