Mãe sem neura

25-11 2016

O mundo precisa de amor

por Cris Lavratti

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar.”

Eu começo o texto de hoje com essa frase do Nelson Mandela. Uma frase cheia de significado. Uma frase que carrega em cada palavra um grande ensinamento, o ensinamento do verbo amar. Não basta repudiar o preconceito e indeferir palavras e atitudes de ódio que acabam por si só igualando o estopim. Mas sim, ter a noção de que esses conceitos arraigados na pobreza de conhecimento, são o reflexo de uma humanidade doente. Doente por séculos e que precisa urgentemente acordar deste estado de falência. Senão, o amanhã, cada vez mas, ficará comprometido.

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04-10 2016

Carta para uma mãe de primeira viagem

por Cris Lavratti

Minha linda!

Respira fundo e fica tranquila. Agora é o momento de vocês. Vive isso com toda a delicadeza e carinho. Não te cobra. Tu é o sol e as estrelas dele. Ele te ama e precisa do teu colo. Dá…. Simplesmente dá… Doa e vive esse agora como um presente.

Eu sei que o início é uma paulada, ficamos sem dormir, descabeladas,  com olheiras, cansadas, ainda mais se o parto for cesariana, as dores da cirurgia pesam mais para algumas mulheres que para outras e tudo se complica. Mas fecha os olhos e tenha a certeza que isso passa, essas dores em alguns dias despedem-se e aguentar o tranco vai ficando mais fácil, além do que, a gente se acostuma.

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04-10 2016

Carta para o Martim

por Cris Lavratti

E já se foram sete meses, meu filho! Sete meses desse amor louco e cuidadoso, um amor intenso que não aceita negativas, nem cansaços, nem dores de cabeça, muito menos dor nas costas. Um amor pleno que desabrocha com cada sorriso, cada balbuciar, cada gesto. Um amor que cresce com o teu crescimento, que amadurece com as tuas conquistas que encanta a cada novo dia.

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12-08 2016

Quando me tornei mãe, me dei conta… (PARTE 02)

por Cris Lavratti

Para não me alongar demais e jogar muita informação de uma só vez para você, leitor, volto aqui hoje com a parte dois do texto onde debulho-me e dou conta das tantas coisas que somente a tal maternidade é capaz de despertar.

Para relembrar, venho questionar o amor incondicional e tentar entender em que momentos ele realmente se vale e em que momentos nosso egoísmo dirige nossos passos.

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18-07 2016

Quando me tornei mãe me dei conta… (PARTE 01)

por Cris Lavratti

Quando me tornei mãe me dei conta de algumas coisas acerca do tal amor que dizem ser incondicional. No dicionário incondicional significa que não há restrições, não esta sujeito a condições, é um estado absoluto, total, pleno, ilimitado.

Então tá, tudo certo?! Mas será que todo o amor de mãe é incondicional? Ou somos meio egoístas mesmo? Sei que vou tocar em algumas feridas, o que é extremamente necessário para essa liberação do ego, que tanto nos puxa pra baixo.

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15-06 2016

Multiplicando AMOR

por Cris Lavratti

De todos os presentes que a vida me deu, meu filho é sem dúvida o maior deles. Fruto de um amor tão especial que perdeu-se por mais de uma década antes do reencontro definitivo, um amor que veio em meados de 2000, ficou tempo suficiente para ser a melhor lembrança, deixando marcas tão profundas e a chama acesa, que mais tarde voltou a bater na minha porta, trazendo a tona seu verdadeiro significado.

Hoje, de dois, somos três. Nossa matemática multiplicou aquilo que mais importa, aquilo que revigora e dá razão aos nossos dias. Multiplicamos, somamos e estamos vivendo este presente como nunca.

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15-05 2016

Quando nasce uma mãe

por Cris Lavratti

O último domingo foi dia de comemorar o Dia das Mães. Mas como este foi o meu primeiro, resolvi escrever a crônica depois. Queria de fato sentir a magia deste dia, desta vez, no meu mais novo papel, como mãe.

Ser mãe mexe com a gente de uma forma!!!

Recebi o carinho de muitos estranhos em lojas e restaurantes. Todos a me desejar um feliz dia. Uns perguntando se era o primeiro, com olhares carinhosos e atenciosos que chegaram a emocionar a pessoa aqui, que até algumas lágrimas derramou. O carinho nos grupos de whatsapp, dos amigos e da família. Aquela que nascemos e aquela que escolhemos, amigos que são como irmãos.

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