Contos

25-11 2015

Taxi!?

por Cris Lavratti

Nesses meus “vai e vem” entre Caxias do Sul, na serra gaúcha, e Porto Alegre muitas coisas acontecem. Já vencendo a casa dos sete meses de gravidez, resolvemos, eu e meu marido, que as viagens agora seriam de ônibus, muito mais seguro e tranquilo para a mamãe aqui. E claro, muito inspirador também.

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15-11 2015

O despertar

por Cris Lavratti

Não sabia para onde ir. Seus olhos mergulhados na alma, não transbordavam mais as lágrimas que antes inundavam seu rosto.

Elisa finalmente se conformara com a separação. Buscava respostas. Mas não elaborava bem as perguntas. O mundo visto de fora para dentro, era ilusório. Não adiantava insistir. Ela só iria perceber a verdade, ao mudar de ângulo.

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26-04 2015

Dino e a tampa

por Cris Lavratti

Dino Bambino é um cara bacana, mas a vida dele nunca foi fácil. Cada conquista era muito sofrida e algumas não conquistas, um tanto dramáticas. Ouso dizer que transitam entre o drama e a comédia. Mas enfim, o fato é que dizem por aí que ele só pode ter a alma mexicana.

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26-04 2015

Foi assim que eu não conheci Mário Quintana

por Cris Lavratti

Crônica publicada em fevereiro/2015

Os dias nos presenteiam com causos incríveis. O ser humano na intimidade, transborda e sou da opinião que boas histórias merecem ser compartilhadas, certo? Pois bem, em Caxias do Sul, onde moro, estive numa dessas lojas de revelar fotos, pois precisava imprimir uma, em tamanho extra grande, para compor a contracapa de um livro que será publicado no segundo semestre deste ano, sobre as tirinhas de Luis Fernando Veríssimo.

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26-04 2015

Voltar pra casa é bom

por Cris Lavratti

Crônica publicada em fevereiro/2015

-      Mãe, olha ali o bombeiro. Um dia eu vi os bombeiros apagarem o fogo com a mangueira de água.

-      É mesmo? Quando foi meu filho?

-      Um dia desses.

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26-04 2015

Encontros

por Cris Lavratti

Crônica publicada em janeiro/2015

Entrelaçados, com tamanha intensidade, naquela cama, já não sabiam quem era quem. Repentinamente, em meio aos beijos e como em uma ironia quase impossível, ele sussurra nos ouvidos da amada, “estamos tão longe um do outro”.

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26-04 2015

Londres não merece uma pessoa como a senhora

por Cris Lavratti

Conto publicado em janeiro/2015

O caso se passou durante uma dessas promoções de Natal, cujo o prêmio era uma viagem para Londres, em um dos shoppings da capital gaúcha. Certa e com objetivo, a mulher que só é delicada na aparência, mas uma leoa nas atitudes, dirigiu-se até o guichê para trocar as afamadas notas de suas últimas compras do mês pelo tal cupom a ser colocado na sedenta urna.

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