Crônicas

10-02 2017

Escola de Vida

por Cris Lavratti

O curso do rio é único, mas no meio do caminho, encontramos muitos desvios, que nos fazem perder a noção do tempo e até mesmo de quem somos. Desvios que estão ali com o propósito de nos mostrar que a vida tem seus altos e baixos e o quanto antes voltarmos para o curso, mais cedo estaremos em conexão com a nossa consciência.

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01-07 2016

A cura pela crise

por Cris Lavratti

Não posso começar esta crônica falando dos últimos acontecimentos, pois todo o dia tem sido dia de notícias cruéis com desfechos trágicos. O mundo está doente. Isso é fato e o remédio pode ser a crise. Pois é a partir dela que ficamos conscientes do estado lastimável que nos encontramos e um movimento de cooperação em prol de uma transformação pode se tornar realidade.

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01-05 2016

Gentileza gera gentileza

por Cris Lavratti

Dizem que quando cozinhamos nossos sentimentos são transmitidos aos alimentos. O corpo todo é matéria condensada, pulsante. Por isso essa afirmação é tão lógica. Nossas mãos conduzem aquilo que carregamos na alma. Tudo é alquimia. Desde a escolha dos ingredientes até o servir. Uma sequencia de atitudes que podem fazer toda a diferença.

Existe um tanto de romantismo nisso tudo, quem come, sabe quando está comendo algo feito com amor. O corpo recebe essa energia desde a primeira garfada. Por isso, devemos respeitar esse momento. Ele é divino.

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12-03 2016

Ser mãe não é padecer na culpa

por Cris Lavratti

Crônica para o portal Negócio Feminino.

“Bem vinda ao mundo da culpa”. Essa foi a frase que ouvi de uma amiga, quando já estava com meu bebezinho nos braços. Confesso que paralisei. Ao longo dos meus 37 anos, consegui livrar-me das culpas que fui colecionando ao longo da vida. Livrei-me de vez. Ainda as ouço subindo as escadas da consciência, mas antes mesmo de chegarem a adentrar em meu peito, as abandono. Escolhi não vivê-las mais. Nelas moram todos os boicotes e decidi não mais me boicotar.

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29-02 2016

Mãe a bordo

por Cris Lavratti

No último trimestre da gravidez, começaram as indagações de amigas e pessoas próximas: “A tua mãe vem pra Caxias te ajudar nos primeiros dias, né?”. A pergunta era uma constante e vinha de todos os lados. Como levei minha gestação no tempo dela, não me detive nesses detalhes antecipadamente, aliás, eu e meu marido nem tínhamos conversado a respeito. A meu ver, todos iriam visitar o Martim e ponto. Em nenhum momento me vi em apuros.

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10-02 2016

O parto

por Cris Lavratti

Coluna para o portal Negócio Feminino.

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Olá minha gente! Estive afastada nas duas últimas sextas por um motivo lindo, meu pequeno nasceu no dia 22 de janeiro, às 2:13 da manhã. Um aquariano no mundo! Cheio de saúde e que veio trazer ainda mais alegrias para minha vida.
Mas agora estou de volta e cheia de histórias para contar. Em conversa com a querida Fernanda Rosito, idealizadora do Negócio Feminino, achamos por bem fazer uma série de crônicas falando deste novo momento e de como estamos levando nossos dias, contando um pouco do muito que é ter um bebê habitando nosso coração e nossa casa.
Começarei do parto. Como o próprio nome já diz: a arte de partir. Partir para chegar até aqui, nesse mundo, de fato. Deixar a barriga para o nascimento.
A partida e esse renascer também se faz para a mãe e para o pai, que neste instante formam um triângulo de amor pleno, nada mais será como antes, não caminharemos mais sozinhos.

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18-01 2016

Certezas da vida

por Cris Lavratti

Dizem por aí que a morte é a única certeza que temos na vida. Mas qual o sentido da morte? As respostas para esta pergunta são muitas. Para os católicos, a morte é uma passagem, morremos para ressuscitar na vida eterna: no céu, no purgatório ou no inferno. Os seguidores do budismo acreditam na reencarnação. Buda compara o processo de morrer e renascer com o ciclo de dormir, sonhar e despertar. Para os espíritas, a morte não existe. O espírito usa o corpo físico como instrumento para se aprimorar. O corpo é uma veste e a reencarnação serve para o espírito evoluir. Para os judeus, a morte não é o final da vida, apenas o fim do corpo, da matéria. A verdadeira pessoa, que é a alma, é eterna. Eles acreditam na existência de outro mundo, para onde as almas vão, chamado de olam habá (mundo vindouro). No entanto, a alma pode voltar para a terra, num outro corpo, para completar sua missão (reencarnação). Já os ateus acreditam numa única existência, não há vida nem antes do nascimento e nem depois da morte.

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