Maternidade

19-03 2016

Bordado da vida

por Cris Lavratti

Maria bordou no ventre.

E agora, no passar das luas, o bordado fez-se inteiro.

E com ele, uma pontada.

Começava por trás, pelas costas.

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12-03 2016

Ser mãe não é padecer na culpa

por Cris Lavratti

Crônica para o portal Negócio Feminino.

“Bem vinda ao mundo da culpa”. Essa foi a frase que ouvi de uma amiga, quando já estava com meu bebezinho nos braços. Confesso que paralisei. Ao longo dos meus 37 anos, consegui livrar-me das culpas que fui colecionando ao longo da vida. Livrei-me de vez. Ainda as ouço subindo as escadas da consciência, mas antes mesmo de chegarem a adentrar em meu peito, as abandono. Escolhi não vivê-las mais. Nelas moram todos os boicotes e decidi não mais me boicotar.

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29-02 2016

Mãe a bordo

por Cris Lavratti

No último trimestre da gravidez, começaram as indagações de amigas e pessoas próximas: “A tua mãe vem pra Caxias te ajudar nos primeiros dias, né?”. A pergunta era uma constante e vinha de todos os lados. Como levei minha gestação no tempo dela, não me detive nesses detalhes antecipadamente, aliás, eu e meu marido nem tínhamos conversado a respeito. A meu ver, todos iriam visitar o Martim e ponto. Em nenhum momento me vi em apuros.

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10-02 2016

O parto

por Cris Lavratti

Coluna para o portal Negócio Feminino.

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Olá minha gente! Estive afastada nas duas últimas sextas por um motivo lindo, meu pequeno nasceu no dia 22 de janeiro, às 2:13 da manhã. Um aquariano no mundo! Cheio de saúde e que veio trazer ainda mais alegrias para minha vida.
Mas agora estou de volta e cheia de histórias para contar. Em conversa com a querida Fernanda Rosito, idealizadora do Negócio Feminino, achamos por bem fazer uma série de crônicas falando deste novo momento e de como estamos levando nossos dias, contando um pouco do muito que é ter um bebê habitando nosso coração e nossa casa.
Começarei do parto. Como o próprio nome já diz: a arte de partir. Partir para chegar até aqui, nesse mundo, de fato. Deixar a barriga para o nascimento.
A partida e esse renascer também se faz para a mãe e para o pai, que neste instante formam um triângulo de amor pleno, nada mais será como antes, não caminharemos mais sozinhos.

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