Eu acredito no amor

Crônica publicada em janeiro/2011

Eu digo com todas as letras e para quem quiser ouvir: EU ACREDITO NO AMOR! Mas não em um amor que mente, que engana, um amor de meias palavras e cheio de insegurança. Estes são os sintomas de que o amor adoeceu e está precisando de fôlego para sobreviver.

E olha que eu nem estou falando em traição. A traição é a ausência do amor, é o egoísmo puro, acontece quando uma pessoa se sente incapaz de amar a si própria e por conseqüência como irá amar a outra?

Para mim, o amor deve ser verdade, cumplicidade, preto no branco, jogo limpo, tem que existir companheirismo, admiração e claro respeito pelos limites do outro e pelos nossos também.

A maioria das pessoas têm um belo discurso a respeito do amor, mas eu pergunto: Quem realmente VIVE o amor e o torna pão diário para alimentar a alma e alcançar a felicidade?

É triste ver um amor que vai embora por tantas bobagens, por medos e receios. As pessoas costumam confundir seus amores, trazer para uma relação atual dogmas do passado, vivencias que não se tornaram aprendizados.

Somos seres em busca do crescimento, é natural errar e tentar de novo até acertar, mas como vamos conseguir se continuamos agindo da mesma forma com todos os nossos relacionamentos? Como atrair para nós algo saudável, se não nos tornamos pessoas saudáveis.

Vamos deixar os medos de lado e tentar SER FELIZ! Comece a plantar as mudanças hoje, nos hábitos do dia a dia, na esperança de que pode dar certo, na forma de pensar, de olhar e de encarar a vida. Tenha atitudes nobres. É simples, faça ao outro aquilo que você espera para si. Quando conseguir criar e viver este elo de sabedoria, aí sim, será capaz de amar com toda a verdade!

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