Por aqui eu vou

Crônica publicada em fevereiro/2013

A vida realmente é uma caixinha de surpresas. Boas e nem tão boas (não gosto de usar a palavra ruim, porque na verdade a gente nunca sabe o quão ruim poderia ter sido).

O dia amanhece ensolarado e de repente as nuvens tomam o lugar do sol e a chuva se faz, plena. Noutros dias, o contrário contraria, nem sol, nem chuva. Só chuva, só sol.

No tempo em que a vida acontece, vamos vivendo. Nossos propósitos, nossos ideais, nossos desejos. Estou na fase do “viver é melhor que sonhar”, chegou a hora de realizar.

Minha cabeça vive fervilhando. Muitas ideias, pensamentos, inquietude. Mas também muita paz, harmonia e quietude. Meus pensamentos são como a natureza. Vêm, vão e tomam conta. Por vezes densos, por ora brisa. E sempre na intensidade daquilo que sou.

Realizar é a minha meta. Só serei feliz realizando. Não deixarei de sonhar, mas não me permito ficar no andar dos sonhos, quero a vida concreta, viva, acontecendo, do jeito que sonhei.

Quero voar, na direção do horizonte, terra e mar. Quero encontrar tudo aquilo que busco. Quero fazer a vida acontecer para mim.

Minhas escolhas. Minhas eternas amigas. Sem egoísmos. Mas com compreensão daquilo que quero.

E para os que estão a me julgar, não acredito que os fins justifiquem os meios. Meus métodos são outros. Não passo por cima de ninguém para ser feliz. Respeito os passos alheios. Mesmo que não andem ao lado dos meus. Mesmo que acelerem, ou regridam, ou ainda que se afastem, em outra direção. Coisas da vida. Escolhas de cada um.

Borboletas na barriga. Coragem para seguir em frente. Por aqui eu vou.

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