Salve Iemanjá

Crônica publicada em fevereiro/2014

Minha mãe amada. O teu DIA para mim, são todos. Mas como de praxe, nesse mundo ao qual chamamos de Terra, acabamos por, enfim, eleger datas para que possamos expressar nossos sentimentos, agradecimentos, lembranças e amor, aqui estou, para te reverenciar e deixar minha gratidão, eu e tantos outros que com uma fé, um tanto falha, nos rendemos aos seus mistérios e beleza.

Salve Cabocla do Mar, Rainha das Ondas, Dona das águas salgadas, Iemanjá. Princesa de Aiocá, das terras misteriosas da felicidade e da liberdade. Janaína. Que com sua força e grandiosidade nos abençoa e protege, estendendo seu manto azul de oceano por todas as regiões do planeta. Protetora da família, das crianças, dos lares. Padroeira dos pescadores. Deusa do amor.

Inaê, que por onde passa leva alegria, frescor e harmonia. Nada melhor que um mergulho no mar para se sentir vivo novamente. Natureza que move o mundo, fluido vital que alimenta a alma e nos faz evoluir.

Sabedoria profunda, que nos ensina a tolerar, acalentar, usufruir, mergulhar para dentro e fora de nós mesmos. Minha gratidão é eterna. Meu amor também. Odoiá!

Iemanjá! Seus cabelos são tão lindos.
Os seus olhos tão profundos.
Como estrelas do céu.
Iemajá!
Saia do fundo do mar.
Vem pra terreira mãezinha.
Para os seus filhos abençoar.

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