cotidiano

25-11 2015

Taxi!?

por Cris Lavratti

Nesses meus “vai e vem” entre Caxias do Sul, na serra gaúcha, e Porto Alegre muitas coisas acontecem. Já vencendo a casa dos sete meses de gravidez, resolvemos, eu e meu marido, que as viagens agora seriam de ônibus, muito mais seguro e tranquilo para a mamãe aqui. E claro, muito inspirador também.

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26-04 2015

Memórias não nos pertencem

por Cris Lavratti

Memórias despedem-se de nós e não o contrário. Esforços são em vão. Tentativas? Tampouco. Por mais que a busca se perpetue nas gavetas da consciência,  o nada é repetitivo e a negação constante.

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26-04 2015

A do vizinho é mais verde

por Cris Lavratti

Crônica publicada em março/2015

Que tal falar do umbigo alheio? Sim, pois do meu nem pensar! “Olha ali aquela senhora, jura que tem vinte anos a menos e continua tirando proveito da minissaia. Pobre Mary Quant.” “Inconcebível aturar esse casal do andar de cima proferindo gemidos ensurdecedores antes das sete da manhã. Chama o síndico.” “Ela devia guardar todo aquele excesso de gostosura numa calça 54 e não nesta oito números a menos. Um colírio, por favor.” “Mira aquela criança se atirando no chão e chorando incansavelmente, não se faz mais pais como antes, falta-lhes voz ativa….”

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26-04 2015

Vizinhos: ame-os ou deixe-os

por Cris Lavratti

Crônica publicada em março/2015

Relações humanas são ímpares e isso é fato. O bom senso pode existir ou não. Uns têm de sobra, já em outros, falta além da conta. Nesse acaso, viver em grupo pode tornar-se uma grande aventura e uma boa amostra disso é quando vivemos em condomínios, sejam eles de prédios ou de casas.

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26-04 2015

Vida a dois

por Cris Lavratti

Crônica publicada em dezembro/2014

Muitas são as nuances de um relacionamento. Só vivendo o dia a dia conseguimos perceber se vale lutar e bater pé por algumas coisas ou não. Isso se aplica a qualquer tipo de relação, pais e filhos, amigos, irmãos, casais… Basta um bom tempo de convívio para que apareçam fatos ou achismos com o poder de fazer a receita do bolo desandar. É preciso estar atento.

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