liberdade

O meu amor

Crônica publicada no portal Negócio Feminino O meu amor é copo cheio, é correnteza, é cachoeira, é movimento sem fim, que vai e torna para mim. O meu amor me embriaga com um olhar, faz meu coração acelerar, minha boca secar, minha pele suar.

Não dê asas aos melindres

Ah, os melindres. Como esse tipo de sentimento consegue ter a capacidade de implodir amizades, fazendo desabar as pontes que antes eram motivo de convívio? Como pode esse sentimento ter a habilidade de criar muros cada vez mais altos, de distorcer a realidade, trazendo à tona uma ilusão doente?

O tempo, o vento, a coragem e os valores

Crônica publicada em outubro/2013 “… o tempo passa, mas a terra permanece…” O filme originado a partir da obra clássica do nosso querido Érico Veríssimo e lançado no Rio Grande do Sul, dia 20 de setembro, data da Revolução Farroupilha, com estreia nacional na última sexta-feira, trouxe na bagagem o verdadeiro significado do Tempo e …

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